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Secretário pede que população vá a UBS somente em caso de extrema necessidade

Publicado em 16/03/2020 às 13:44 - Atualizado em 16/03/2020 às 13:44

Desde que os primeiros casos começaram a ser reportados na China em dezembro, o coronavírus já infectou mais de 169 mil pessoas. Nas últimas três semanas, o número de novos casos fora do território chinês vêm aumentando mais do que os casos no país onde o vírus começou — na China, o pior já parece ter passado e o número de casos segue estabilizado em pouco mais de 81mil pessoas.

O espalhamento rápido do vírus fez a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificá-lo como pandemia. O Brasil foi de 121 para 200 casos de coronavírus entre sábado, 14, e domingo, 15, data da última atualização feita pelo Ministério da Saúde.

Dos confirmados, a maioria (136) está no estado de São Paulo, que tem ainda outros 1.135 casos suspeitos. Ao todo, o Brasil tem 1.913 casos suspeitos e nenhum óbito registrado até agora.

Os números são parte da contagem oficial e podem ser inferiores à quantidade real de casos. Hospitais privados e de referência vêm reportando diariamente novos pacientes infectados, que demoram pelo menos um dia para serem completamente confirmados e integrarem a contagem geral do Ministério da Saúde.


Com o aumento dos casos no país, os municípios da região estão evitando eventos e reuniões que tenham aglomerações de pessoas, para evitar que o vírus chegue até a população do Oeste de Santa Catarina. Por isso, nesta manhã, o secretário de Saúde de Serra Alta Jeferson Martini, emitiu um comunicado pedindo para que a população que só venha à UBS em caso de extrema necessidade.
“Solicitamos a população que venha para o posto de saúde, somente se necessário. Evitem vir cedo e evitem aglomerações na sala de espera. Para as mães que tem crianças para vacinar, entrem em contato pelo WhatsApp no número 9 8927-1834 para estarem se informando dos horários que a sala de espera não esteja tão cheia. No momento, precisamos ser responsáveis em relação a transmissão dos vírus respiratórios”, disse o secretário em seu comunicado.


Conforme ele, o objetivo não é criar alarde, mas prevenir. “Tudo que estamos fazendo agora quem sabe seja visto como exagero, porém se chegar esta pandemia a nossa região, o que fizermos depois não será suficiente”, finalizou ele.